
quinta-feira, 22 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Bruxo (Ar)
Idade: 17 anos
Série: 2º médio
Kini Chigan
A Escolhida
Idade: 17 anos
Série: 2º médio
Kiro Inuzuka
Lobsomen
Idade: 17 anos
Série: 2º ano
Catherine S. Maldiny
Lobsomen
Idade: 19 anos
Série: 3º médio
Amélie Owens
Vampira
Idade: 104 anos
Série: ---
Allice Matchal
Bruxa (Ar)
Idade: 17 anos
Série: 2º médio
Drake WhiteHeart
Bruxo (Água)
Idade: 18 anos
Série: 3º médio
Uchiha Sayuri
Mutante (tempo-espaço)
Idade: 16 anos
Série: 1º médio
Rebecca Ozzy WhitHeart
Mutante (Mulher gelo)
Idade: 16 anos
Série: 1º médio
Michi Luter Tyne
Mutante (prevê o futuro)
Idade: 16 anos
Série: 1º médio
Alexya Delmont
Vampira
Idade: 150 anos
Série: ---
terça-feira, 2 de março de 2010
-“Íntakius é um feitiço conhecido também como rastreador de memórias. Ele foi criado em 1861 pelo bruxo francês Georges Rosenberg e é o feitiço mais famoso do bruxo. Consiste em procurar na mente do alvo todas as pessoas que ele já teve contato na vida e posteriormente rastrear, na mente dessas pessoas, cenas em que o alvo aparece.” – Um homem alto, de 37 anos de idade, sussurrava isso na sala de sua casa. Ele tinha o cabelo preto e curto que estava bagunçado, óculos marrom e olhos castanhos. Na mesa havia alguns livros sobre demônios e criatura das trevas, que ele frequentemente os abria para estudar um pouco.Charles, que acabara de ler um trecho do livro “O Segredo dos Grandes Bruxos”, apoiou o cotovelo direito na mesa e estendeu o braço até um copo de whisky que estava ao seu lado, contudo o objeto rachou antes que ele o tocasse.- O que está acontecendo? – Ele perguntou para si mesmo, tirando do rosto os óculos e observando uma quantidade limitada de whisky descer pela rachadura do copo. O homem se levantou no mesmo instante que sentiu uma brisa fria e gelada passar pela janela da sua casa. Todos os livros começaram a virar suas páginas, numa velocidade que não seria normal mesmo que o vento quisesse. Alguns livros começaram a cair da prateleira, quicando no chão e abrindo em uma página aleatória. Charles se afastou de qualquer lugar onde um objeto possa acertá-lo e ficou olhando o fenômeno. Isso nunca tinha acontecido antes, mesmo para ele que era acostumado com o sobrenatural.O homem esperou alguns minutos até que tudo se acalmasse. Os talheres da cozinha se mexeram de um lado ao outro, mas não chegando a sair do cômodo. Charles respirou fundo assim que percebeu que aquele vento não voltaria novamente.- Acho que passou. – Ele comentou, caminhando até alguns livros que estavam no chão e agachando-se para apanhá-los, mas não conseguiu. Ele ficou parado, lendo as páginas que os livros tinham caído. – “O Fim para a Humanidade, o reinado do Mestre”, “Demestor, o filho do submundo”, “Chegou o fim da Escolhida”, “O Chamado dos Vampiros – Eles vão se unir”... O que significa tudo isso?
Cemitério Santa Tereza – Segunda, 01:14- Amélie, você não acredita? – Hidan falou, caminhando ao lado da sua namorada. Ambos estavam em uma parte mais isolada do cemitério, onde havia algumas árvores e poucos túmulos. Um olhar de reprovação foi a única resposta que o rapaz recebeu. – Porr* Amélie, não estou falando de religião!- Então é sobre o que? A vinda do papa de chifres ao mundo?- O chamado. Você pareceu nem se preocupar com isso.- Você sabe que eu vou, mas não será preciso nós ficarmos seguindo um bando de idiotas por todo canto. Na hora nós estaremos presentes, não se preocupe. – A vampira respondeu, ambos ainda andando.- Para quem não acredita você parece bastante interessada nisso. – Ela parou repentinamente, colocando a mão na frente do namorado para que ele fizesse o mesmo. Os dois ficaram calados durante um tempo e só então Hidan percebeu o que ocorrera, farejando o cheiro com o nariz. – Cheiro de sangue.- E parece vim daqui perto. – A mulher começou a virar o rosto de um lado ao outro, a procura de algo. Os seus cabelos negros e lisos balançavam em perfeita harmonia com o vento.- Vampiro? – Hidan indagou, varrendo o cemitério com os olhos.- Não, um vampiro não desperdiçaria tanto sangue. Deve ser outra coisa.- Hoje não é noite de lua cheia... – Hidan olhou para o céu para comprovar se estava certo e então sentiu a sua namorada puxando o seu braço.- Vamos! – Ela disse, ambos começando a correr pelo cemitério em direção ao sangue. Alguns minutos depois, eles chegaram ao local onde o ritual aconteceu. Havia apenas uma mancha de sangue no chão, sendo que se arrastava até uma árvore perto dali. A estrela no gramado estava quase se apagando, mas eles ainda conseguiam vê-la.- Parece que tentaram invocar algum ser poderoso aqui. – Hidan comentou, se agachando e pegando um pouco do sangue que estava no chão. Ele cheirou o líquido vermelho e fitou a namorada. – Tem cheiro diferente.- Não importa, deve haver algum humano aqui e eu estou com fome. – Amélie comentou. Ela estava usando uma camisa preta com um decote em “V”, uma saia da mesma cor e um par de botar marrom escuro.- Sabe, isso parece ter sido um ritual religioso. Não tem medo que o sangue dele te converta? – Hidan provocou, observando o olhar fuzilante da amada.- Muito engraçado. Agora, silêncio. – Ela falou séria, escutando um barulho vindo de uma árvore dali de perto.
Amélie sorriu para Hidan e ele retribuiu. A caça iria começar. A moça apoiou o pé direito no chão e com um único impulso voou na direção da árvore na qual a mancha de sangue se dirigia. O seu namorado fez o mesmo, só que indo na direção esquerda, enquanto ela seguiu pela direita. Ambos chegaram na árvore no mesmo instante, sendo que não havia mais nada ali, a não ser uma mancha de sangue.
- Merda! – Hidan xingou, olhando para a sua amada. Ela então apontou com os olhos para o alvo. Uma pessoa corria na frente deles, ela saltava de árvore em árvore, carregando um garoto no colo.
- Vai ficar tudo bem. – Alexya dizia para o Sasuke, que se encontrava desacordado nos seus braços. Ela pulava desesperada, sabia que aquele casal de vampiros que estava a seguindo não tinha boas intenções. O seu principal objetivo era tirar o garoto de lá e mantê-lo a salvo.
A vampira que carregava o garoto levou um susto quando viu algo passando na sua frente. Só poderia ter sido um deles, entretanto não teve tempo dela pensar. Alexya só foi capaz de ver uma perna estendida na sua frente. Um homem, Hidan, chutou o seu rosto com força, fazendo com que o corpo da jovem vampira fosse jogado para trás. Antes que ela batesse em uma árvore, entretanto, Amélie apareceu ao seu lado e puxou Sasuke de seus braços.
- Que espécie de vampira é você? – O vampiro perguntou incrédulo. Ele e a sua namorada estavam no chão, próximos a caída. Ele olhou para Amélie que sorriu, satisfeita por está com o rapaz desacordado em seus braços.
- O que vocês querem? – Alexya indagou, se levantando do chão e ficando atenta a cada movimento do casal.
- Não queremos nada contigo, apenas com esse rapaz aqui ao meu lado. – Amélie disse, apontando para Sasuke, e então continuou. – Hidan, querido, eu acho que sei o que ela é.
- Sabe? – Ele parecia desconfiado.
- Uma vampira que não ataca humanos. Eu já ouvi falar nessa espécie de vampiros. Há muito poucos por aqui, em Sunnydale, e é a primeira vez que eu vejo uma pessoalmente. – Alexya mostrou as suas presas para a vampira falante, mas Amélie não pareceu se intimidar. – Eles sobrevivem de doação de sangue e quando não é o suficiente atacam ratos e outros roedores.
- Olha, amor, acho que ela vai ser melhor do que o nosso gato! Sabe, ele parece não dar conta dos ratos que andam por nossa casa. Você pode ajudá-lo nesse trabalho. – Hidan sugeriu, sorrindo cinicamente para a vampira rival.
- Calem-se! O que vocês querem? Um lanchinho da madrugada? Há várias pessoas no Bronze a essa hora, por que vocês não vão lá? – Alexya berrou para os dois que continuavam olhando para ela pacientemente.
- Se você quer tanto salvar esse garoto, por que não vem pegar? – A outra vampira desafiou, puxando a cabeça de Sasuke com ignorância. – Ah, me esqueci, você só toma sangue em saquinho! Bebe quanto? 2 litros por semana?
- Na verdade são 3 litros! – Alexya disse, pulando em direção da inimiga e tentando socá-la, mas Amélie foi mais rápida. Ela jogou Sasuke para o namorado que agarrou o garoto como se ele fosse uma bola de futebol e então a garota se defendeu do golpe, segurando a mão de Alexya e a arremessando para o lado oposto. Antes que a vampira de olhos roxos pudesse bater em uma das árvores que rodeava o cemitério, Amélie correu para trás dela e a pegou no ar, apertando com força o seu pescoço.
- Querida, você tem que entender que não conseguirá viver muito tempo assim. Nós, vampiros, temos que tomar pelo menos 1 litro de sangue por dia e olha para você! Não pense que poderá lutar contra os seus instintos, garota! Você ficará fraca e não será capaz de se defender. Aprenda a ser uma vampira de verdade ou morrerá.
Depois de dizer isso, Amélie jogou a sua rival no chão e ficou fitando os seus olhos piedosos.
- Sabe, eu não estou falando que você deverá ficar mais forte para se defender de vampiros como nós, já que não atacamos nossa própria espécie. Estou falando dela, a escolhida! É, estão dizendo que ela voltou e nós já estamos nos unindo para matá-la antes que ela mate mais de nós. E quando ela te ver, acha que irá querer saber se você toma sangue em saquinho ou se mata pessoas antes de te assassinar? Não, você morrerá! Então, acho melhor você decidir de que lado para que não seja tarde demais.
Hidan viu o sinal da sua amada com os olhos e voou em sua direção, entregando Sasuke nos seus braços.
- Agora podemos ir. – Amélie falou, virando-se e caminhando para fora do cemitério, seguido do seu amado. Em poucos minutos os dois já tinham desaparecidos na escuridão e só restou Alexya lá. Ela olhou para o redor e viu que estava sozinha novamente.
- E-Eu... – Ela falou para si mesmo, engatinhando até uma árvore próxima dela e se encostando na mesma. Em seguida, a garota puxou as suas duas pernas e as abraçou, derramando algumas lágrimas. Tudo o que a outra estranha falara fazia sentido, ela não poderá continuar assim, mas o que fará? A única coisa que conseguiu pensar foi em chorar.
Hidan e Amélie pareciam satisfeitos com a vitória. A mulher carregava o garoto desacordado sobre os ombros enquanto conversava com o amante.
- Eu chego a ter pena de vampiros assim. – A mulher falou, carregando Sasuke sobre os ombros.
- Não sei o que passa na cabeça de pessoas assim. Então, quando vamos devorá-lo?
- Ah, você se refere a este garoto? Nunca.
- Como assim?
- Ainda não percebeu? Mesmo depois de ter perdido tanto sangue esse menino continua vivo e ainda por cima o sangue dele tem um cheiro diferente, não parece ser muito nem um pouco gostoso.
- Tá, então vamos deixá-lo aí e esperar que os urubus o coma.
- Não. Você parece que não prestou atenção. Nós não vamos comê-lo, mas sim transformá-lo em um de nós.
Sunnydale High School - #######, ##:##Tenho que correr! É a única coisa que vai me manter viva agora, há várias criaturas atacando a escola! Eu não entendo o porquê eles fazem isso, mas simplesmente o fazem. Um grupo de pessoas está contido em uma sala isolada, onde lá eles podem ficar seguros. Entretanto, eu não tenho como chegar lá. Estou longe, estou sozinha! O meu coração está mais acelerado, é impossível para as minhas próprias pernas correr mais do que isso. Senti algo puxando a minha perna. Merda! O que eu farei agora? Um impacto no chão foi a única coisa que eu senti. Queria permanecer naquele lugar, deitada, mas a criatura não queria me deixar em paz. Me virei, pois ela me forçou, e com os olhos sedentos de fome ela olhou para mim. Um homem, era o que eu diria caso não visse aquelas presas em sua boca. Por que tudo tinha que acontecer agora? Respirei fundo e me preparei para morrer, mas senti algo gelado passando por cima de mim. Quando abri os olho novamente, vi apenas um pó negro caindo sobre o meu corpo. Algo me salvou... Alguém me salvou! Me levantei o mais rápido que podia para avistar a pessoa que me ajudara, e vi um homem. Ele possuía uma espada prateada e tinha uma mulher azul ao seu lado. Ela era forte, enfrentava as criaturas com unhas e dentes e os dois trabalhavam perfeitamente em equipe. Foi nesse momento que senti algo aparecer ao meu lado e vi que era uma garota. Como ela chegou tão rápida? Ela segurou na minha mão e sorriu, dizendo que ia ficar tudo bem comigo. Eu fiquei mais tranqüila, mais não o suficiente. Em um piscar de olhos eu já estava em uma sala infestada de pessoas. Todas elas, alunos e professores, estavam tensas e preocupadas com a situação da escola. Corri até a janela da porta e vi uma outra garota. Ela era poderosa, determinada e parecia enfrentar a criatura com uma habilidade impressionante. Tinham mais deles, mais pessoas juntas, lutando contra as criaturas de dentes pontudos. Um monstro enorme, parecia um lobo, uma mulher que empurrava os vampiros sem nem ao menos tocar nele e um garoto que fazia a mesma coisa. Eles eram fortes, mas talvez força não fosse tudo para derrotá-los. Eu voltei a olhar as pessoas que estavam dentro da sala e vi um grupo de garotos olhando para a janela. O que tinha lá? Eu caminhei até onde os meninos estavam e, com curiosidade, olhei para baixo, pois a sala ficava no segundo andar da escola. Eu me assustei. Haviam muitos, centenas de criaturas como aquela correndo para a escola. Era de noite e eles estavam famintos. Corriam, alguns pulavam um em cima do outro, estava vindo para a escola como um bando de animais ferozes. Foi nesse momento que eu vi um pulando para a janela e...- Michi, acorda! – Um rapaz falou, balançando a garota que adormecia na sua cama.- Hã? Onde eu estou? – Michi acordou adordoada. O seu coração parecia ainda bombardear a mesma quantidade de adrenalina que sentiu no sonho. Ela olhou para o seu quarto mais tranqüila e viu o seu irmão, Khen, que a olhava com carinho.- Você está em casa! Devem ser umas duas horas da manhã e você não parava de se mexer de um lado ao outro. Eu fiquei preocupado.- Khen, eu tive um daqueles sonhos de novo!- Ah... E o que você viu dessa vez?- A colégio Sunnydale, Khen... Ele será atacado!
Amélie sorriu para Hidan e ele retribuiu. A caça iria começar. A moça apoio o pé direito no chão e com um único impulso voou na direção da árvore na qual a mancha de sangue se dirigia. O seu namorado fez o mesmo, só que indo na direção esquerda, enquanto ela seguiu pela direita. Ambos chegaram na árvore no mesmo instante, sendo que não havia mais nada ali, a não ser uma mancha de sangue.
- Merda! – Hidan xingou, olhando para a sua amada. Ela então apontou com os olhos para o alvo. Uma pessoa corria na frente deles, ela saltava de árvore em árvore, carregando um garoto no colo.
- Vai ficar tudo bem. – Alexya dizia para o Sasuke, que se encontrava desacordado nos seus braços. Ela pulava desesperada, sabia que aquele casal de vampiros que estava a seguindo não tinha boas intenções. O seu principal objetivo era tirar o garoto de lá e mantê-lo a salvo.
A vampira que carregava o garoto levou um susto quando viu algo passando na sua frente. Só poderia ter sido um deles, entretanto não teve tempo dela pensar. Alexya só foi capaz de ver uma perna estendida na sua frente. Um homem, Hidan, chutou o seu rosto com força, fazendo com que o corpo da jovem vampira fosse jogado para trás. Antes que ela batesse em uma árvore, entretanto, Amélie apareceu ao seu lado e puxou Sasuke de seus braços, deixando a protetora de humanos bater em uma árvore.
- Que espécie de vampira é você? – O vampiro perguntou incrédulo. Ele e a sua namorada estavam no chão, próximos a caída. Ele olhou para Amélie que sorriu, satisfeita por está com o rapaz quase-morto em seus braços.
- O que vocês querem? – Alexya indagou, se levantando do chão e ficando atento a cada movimento do casal.
- Não queremos nada contigo, apenas com esse rapaz aqui ao meu lado. – Amélie disse, apontando para Sasuke, e então continuou. – Hidan, querido, eu acho que sei o que ela é.
- Sabe? – Ele parecia desconfiado.
- Uma vampira que não ataca humanos. Eu já ouvi falar nessa espécie de vampiros, há muito poucos por aqui, em Sunnydale, e é a primeira vez que eu vejo uma pessoalmente. – Alexya mostrou as suas presas para a vampira falante, mas Amélie não pareceu se intimidar. – Eles sobrevivem de doação de sangue e quando não é o suficiente atacam ratos e outros roedores.
- Olha, amor, acho que ela vai ser melhor do que o nosso gato! Sabe, ele parece não dar conta dos ratos que andam por nossa casa. Você pode ajudá-lo nesse trabalho. – Hidan sugeriu, sorrindo cinicamente para a vampira rival.
- Calem-se! O que vocês querem? Um lanchinho da madrugada? Há várias pessoas no Bronze a essa hora, por que vocês não vão lá? – Alexya berrou para os dois que continuavam olhando para ela pacientemente.
- Se você quer tanto salvar esse garoto, por que não vem pegar? – A outra vampira desafiou, puxando a cabeça de Sasuke com ignorância. – Ah, me esqueci, você só toma sangue em saquinho! Bebe quanto? 2 litros por semana?
- Na verdade são 3 litros! – Alexya disse, pulando em direção da inimiga e tentando socá-la, mas Amélie foi mais rápida. Ela jogou Sasuke para o namorado que agarrou o garoto como se ele fosse uma bola de futebol e então a garota se defendeu do golpe, segurando a mão de Alexya e a arremessando para o lado oposto. Antes que a vampira de olhos roxos pudesse bater na árvore, Amélie correu para trás dela e a pegou no ar, apertando com força o seu pescoço.
- Querida, você tem que entender que não conseguirá viver muito tempo assim. Nós, vampiros, temos que tomar pelo menos 1 litro de sangue por dia e olha para você! Não pense que poderá lutar contra os seus institos, garota, você ficará fraca e não será capaz de se defender. Aprenda a ser uma vampira de verdade ou morrerá.
Depois de dizer isso, Amélie jogou a sua rival no chão e ficou fitando os seus olhos piedosos.
- Sabe, eu não estou falando que você deverá ficar mais forte para se defender de vampiros como nós, já que não atacamos nossa própria espécie. Estou falando dela, a escolhida! É, estão dizendo que ela voltou e nós já estamos nos unindo para matá-la antes que ela mate mais de nós. E quando ela te ver, acha que irá que saber se você toma sangue de saquinho ou se mata pessoas antes de te matar? Não, você morrerá! Então, acho melhor você decidir de que lado para que não seja tarde demais.
Hidan viu o sinal da sua amada com os olhos e voou em sua direção, entregando Sasuke nos seus braços.
- Agora podemos ir. – Amélie falou, virando-se e caminhando para fora do cemitério, seguido do seu amado. Em poucos minutos os dois já tinham desaparecidos na escuridão e só restou Alexya lá. Ela olhou para o redor e viu que estava sozinha novamente.
- E-Eu... – Ela falou para si mesmo, engatinhando até uma árvore próxima dela e se encostando na mesma. Em seguida, a garota puxou as suas duas pernas e as abraçou, derramando algumas lágrimas. Tudo o que a outra vampira falara fazia sentido, ela não poderá continuar assim, mas o que ela fará? A única coisa que conseguiu pensar foi em chorar.
Hidan e Amélie pareciam satisfeitos com a vitória. A mulher carregava o garoto desacordado sobre os ombros enquanto conversava com o amante.
- Eu chego a ter pena de vampiros assim. – A mulher falou, carregando Sasuke sobre os ombros.
- Não sei o que passa na cabeça de pessoas assim. Então, quando vamos devorá-lo?
- Ah, você se refere a este garoto? Nunca.
- Como assim?
- Ainda não percebeu? Mesmo depois de ter perdido tanto sangue esse menino continua vivo e ainda por cima o sangue dele tem um cheiro diferente. Não deve ser muito gostoso.
- Tá, então vamos deixá-lo para aí e esperar que os urubus o coma.
- Não. Você parece que não prestou atenção. Nós não vamos comê-lo, mas sim transformá-lo em um de nós.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Tenho que correr! É a única coisa que vai me manter viva agora, há várias criaturas atacando a Escola! Eu não entendo o porquê eles fazem isso, mas simplesmente o fazem. Um grupo de pessoas está contido em uma sala isolada, onde lá eles podem ficar seguros. Entretanto, eu não tenho como chegar lá. Estou longe, estou sozinha! O meu coração está mais acelerado, é impossível para as minhas próprias pernas correr mais do que isso. Senti algo puxando a minha perna. Merda! O que eu farei agora? Um impacto no chão foi a única coisa que eu senti. Queria permanecer naquele lugar, deitada, mas a criatura não queria me deixar em paz. Me virei, pois ela me forçou, e com os olhos sedentos de fome ela olhou para mim. Um homem, era o que eu diria caso não visse aquelas presas em sua boca. Por que tudo tinha que acontecer agora? Respirei fundo e me preparei para morrer, mas senti algo gelado passando por cima de mim. Quando abri os olho novamente, vi apenas um pó negro caindo sobre o meu corpo. Algo me salvou... Alguém me salvou! Me levantei o mais rápido que podia para avistar a pessoa que me ajudara, e vi um homem. Ele possuía uma espada prateada e tinha uma mulher azul ao seu lado. Ela era forte, enfrentava as criaturas com unhas e dentes e os dois trabalhavam perfeitamente em equipe. Foi nesse momento que senti algo aparecer ao meu lado e vi que era uma garota. Como ela chegou tão rápida? Ela segurou na minha mão e sorriu, dizendo que ia ficar tudo bem comigo. Eu fiquei mais tranqüila, mais não o suficiente. Em um piscar de olhos eu já estava em uma sala infestada de pessoas. Todas elas, alunos e professores, estavam tensas e preocupadas com a situação da escola. Corri até a janela da porta e vi uma outra garota. Ela era poderosa, determinada e parecia enfrentar a criatura com uma habilidade impressionante. Tinham mais deles, mais pessoas juntas, lutando contra as criaturas de dentes pontudos. Um monstro enorme, parecia um lobo, uma mulher que empurrava os vampiros sem nem ao menos tocar nele e um garoto que fazia a mesma coisa. Eles eram fortes, mas talvez força não fosse tudo para derrotá-los. Eu voltei a olhar as pessoas que estavam dentro da sala e um grupo de garotos estava olhando para a janela. O que tinha lá? Eu caminhei até onde os meninos estavam e, com curiosidade, olhei para baixo, pois a sala ficava no segundo andar da escola. Eu me assustei. Haviam muitos, centenas de criaturas como aquela correndo para a escola. Era de noite e eles estavam famintos. Corriam, alguns pulavam um em cima do outro, estava vindo para a escola como um bando de animais ferozes. Foi nesse momento que eu vi um pulando para a janela e...
- Michi, acorda! – Um rapaz falou, balançando a garota que adormecia na sua cama.
- Hã? Onde eu estou? – Michi acordou adordoada. O seu coração parecia ainda bombardear a mesma quantidade de adrenalina que sentiu no sonho. Ela olhou para o seu quarto mais tranqüila e viu o seu irmão, Khen, que a olhava com carinho.
- Você está em casa! Devem ser umas duas horas da manhã e você não parava de se mexer de um lado ao outro. Eu fiquei preocupado.
- Khen, eu tive um daqueles sonhos de novo!
- Ah... E o que você viu dessa vez?
- A colégio Sunnydale, Khen... Ele será atacado!
Cemitério Santa Tereza – Segunda, 01:14
- Amélie, você não acredita? – Hidan falou, caminhando ao lado da sua namorada. Ambos estavam em uma parte mais isolada do cemitério, onde havia algumas árvores e poucos túmulos. Um olhar de reprovação foi a única resposta que o rapaz recebeu. – Porr* Amélie, não estou falando de religião!
- Então é sobre o que? A vinda do papa de chifres ao mundo?
- O chamado. Você pareceu nem se preocupar com isso.
- Você sabe que eu vou, mas não será preciso nós ficarmos seguindo um bando de idiotas por todo canto. Na hora nós estaremos presentes, não se preocupe. – A vampira respondeu, ambos ainda andando.
- Para quem não acredita você parece bastante interessada nisso. – Ela parou repentinamente, colocando a mão na frente do namorado para que ele fizesse o mesmo. Os dois ficaram calados durante um tempo e só então Hidan percebeu o que ocorrera, farejando o cheiro com o nariz. – Cheiro de sangue.
- E parece vim daqui perto. – A mulher começou a virar o rosto de um lado ao outro, a procura de algo. Os seus cabelos negros e lisos balançavam em perfeita harmonia com o vento.
- Vampiro? – Hidan indagou, varrendo o cemitério com os olhos.
- Não, um vampiro não desperdiçaria tanto sangue. Deve ser outra coisa.
- Hoje não é noite de lua cheia... – Hidan olhou para o céu para comprovar se estava certo e então sentiu a sua namorada puxando o seu braço.
- Vamos! – Ela disse, ambos começando a correr pelo cemitério em direção ao sangue. Alguns minutos depois, eles chegaram ao local onde o ritual aconteceu. Havia apenas uma mancha de sangue no chão, sendo que se arrastava até uma árvore perto dali. A estrela no gramado estava quase se apagando, mas eles ainda conseguiam vê-la.
- Parece que tentaram invocar algum ser poderoso aqui. – Hidan comentou, se agachando e pegando um pouco do sangue que estava no chão. Ele cheirou o líquido vermelho e fitou a namorada. – Tem cheiro diferente.
- Não importa, deve haver algum humano aqui e eu estou com fome. – Amélie comentou. Ela estava usando uma camisa preta com um decote em “V”, uma saia da mesma cor e um par de botar marrom escuro.
- Sabe, isso parece ter sido um ritual religioso. Não tem medo que o sangue dele te converta? – Hidan provocou, observando o olhar fuzilante da amada.
- Muito engraçado. Agora, silêncio. – Ela falou séria, escutando um barulho vindo de uma árvore dali de perto.
Amélie sorriu para Hidan e ele retribuiu. A caça iria começar. A moça correu em direção a árvore, onde tinha uma mancha de sangue que vinha do local do ritual. A vampira apareceu do lado esquerdo da planta enquanto o seu namorado surgiu do lado direito, ambos fitando um casal que estava encostado na árvore. A mulher, que estava usando uma saia preta, segurava um garoto ensangüentado. O estranho estava desmaiado enquanto a vampira, de aparentemente 19 anos, olhava para o casal de vampiros assustada.
- Que espécie de vampira é você? – Amélie perguntou, olhando o estado lamentável da criatura. Ela tinha os braços magros e frágeis que ainda tentavam proteger o humano desacordado.
- Put* merda, acho que ela tem problemas, Amélie. – Hidan comentou, ainda vendo aquela cena.
- O que vocês querem? – Alexya, a vampira que segurava Sasuke, indagou para eles.
- Só queremos esse nojento que está nos seus braços. Você por acaso está tentando mordê-lo ou o que? – Hidan não entendia por que algum vampiro estaria abraçado com um humano.
- E-Eu... Estou tentando ajudá-lo. Ele parece que perdeu muito sangue e precisa de alguma ajuda, ou então morrerá.
- E por não levou ele para um hospital ou saiu daqui? – O vampiro indagou.
- Eu tentei, mas...
- Mas não conseguiu correr com ele porque está fraca! Não é capaz de nem carregar o rapaz nos braços, não é mesmo? – Amélie começou, analisando o estado da vampira desconhecida. – Eu já ouvi falar dessas pessoas, Hidan. São vampiros que tentam renegar os seus próprios instintos e não atacam humanos. Vivem apenas de doações de sangue. Irônico, não?
- Pobre criatura. Agora vai, se levanta e sai logo daí antes que a gente te mate. – Hidan ameaçou, puxando Sasuke pelo braço e deixando ao lado de sua namorada, no chão. O garoto ainda estava desacordado e se encontrava desmaiado.
- Vocês não vão fazer nada com ele! O garoto já sofreu demais, vocês não tem coração? – Alexya disse, levantando-se e fitando a outra mulher da noite.
- Temos, mas ele não bombardeia mais sangue. – Amélie respondeu, vendo a cara de nojo da vampira boazinha. Alexya fitou-a com os olhos e uma onda de raiva dominou o seu corpo. Como era possível existir pessoas tão ruins assim? Por que eles não deixavam o garoto em paz? Ela abriu a boca e um par de dentes pontudos surgiu, prestes a atacar a vampira que segurava Sasuke. – Coitada.
Antes que Alexya pudesse fazer algo contra Amélie, Hidan apareceu entre as duas como um vulto e levantou a perna direita, chutando o rosto da estranha vampira. Ela não teve chances de se defender, só sentiu o peso da perna de Hidan atingir o seu rosto, a fazendo embolar até uma árvore que estava próximo deles.
- Acho melhor você ficar longe da cética mais linda do mundo. – O vampiro falou, vendo a ferida se levantar com dificuldades e fitá-los.
- Vocês não podem...
- Podemos sim, querida. – Amélie falou, vendo a outra vampira cair no chão novamente. A sua pernas estavam fracas e o seu rosto ferido por causa do chute. - Vampirazinha, você tem que entender que não poderá nos combater nesse seu estado lamentável. Você é fraca, aposto que deve tomar um litro de sangue por dia. Demorará muito tempo para você se acostumar com essa sua dieta e então ficar tão forte quanto nós. Enquanto isso não acontece, só poderá implorar para continuar viva. Acredite, não há lógica viver dessa sua forma.
- Ou você muda ou você morre. – Hidan completou, olhando para a sua namorada e indicando que seria melhor eles saírem logo de lá. Ela balançou a cabeça positivamente. – Bom, vamos embora.
- Até. – Amélie falou, saindo da vista de Alexya em poucos segundos. Agora, a vampira estava sozinha novamente. Era difícil viver nessa vida, onde poucos vampiros a entendem e a respeitam.
- Por quê? – Ela sussurrou, se encostando na árvore em que batera e colocando as suas pernas próximas ao rosto, abraçando-as com a mão. Lágrimas começaram a cair dos seus olhos. Ela era fraca, indefesa, não tinha como sobreviver nesse mundo. – Por que tudo isso está acontecendo? Eu só queria ajudar alguém, mais nada... Eu fui fraca...
Hidan e Amélie pareciam satisfeitos com a vitória. A mulher carregava o garoto desacordado sobre os ombros enquanto conversava com o amante.
- Você acha que ela vai conseguir viver muito tempo assim?
- Duvido muito. Mas se ela conseguir achar o caminho certo, se conseguir achar o Deus dentro de si, quem sabe... – O vampiro comentou, olhando para o garoto que estava sobre a sua namorada. – E quando nós vamos devorá-lo? Sabe, acho que ele já perdeu bastante sangue no ritual e deve nem ter mais gosto.
- Acho que você ainda não entendeu. – Amélie parou de andar e viu o seu amante fazer o mesmo. Assim que os dois estavam cara a cara, ela apontou para Sasuke. – Você não acha estranho esse menino ainda estar vivo mesmo depois de perder tanto sangue? E o cheiro do sangue dele? Parece ser diferente...
- Sim, mas e daí? Você acha que ele pode ser útil para nós?
- Lógico. Por isso, nós vamos transformá-lo em vampiro.
-“Íntakius é um feitiço conhecido também como rastreador de memórias. Ele foi criado em 1861 pelo bruxo francês Georges Rosenberg e é o feitiço mais famoso do bruxo. Consiste em procurar na mente do alvo todas as pessoas que ele já teve contato na vida e posteriormente rastrear, na mente dessas pessoas, cenas em que o alvo aparece.” – Um homem alto, de 37 anos de idade, sussurrava isso na sala de sua casa. Ele tinha o cabelo preto e curto que estava bagunçado, óculos marrom e olhos castanhos. Na mesa havia alguns livros sobre demônios e criatura das trevas, que ele frequentemente os abria para estudar um pouco.
Charles, que acabara de ler um trecho do livro “O Segredo dos Grandes Bruxos”, apoiou o cotovelo direito na mesa e estendeu o braço até um copo de whisky que estava ao seu lado, contudo o objeto rachou antes que ele o tocasse.
- O que está acontecendo? – Ele perguntou para si mesmo, tirando do rosto os óculos e observando uma quantidade limitada de whisky descer pela rachadura do copo. O homem se levantou no mesmo instante que sentiu uma brisa fria e gelada passar pela janela da sua casa. Todos os livros começaram a virar suas páginas, numa velocidade que não seria normal mesmo que o vento quisesse. Alguns livros começaram a cair da prateleira, quicando no chão e abrindo em uma página aleatória. Charles se afastou de qualquer lugar onde um objeto possa acertá-lo e ficou olhando o fenômeno. Isso nunca tinha acontecido antes, mesmo para ele que era acostumado com o sobrenatural.
O homem esperou alguns minutos até que tudo se acalmasse. Os talheres da cozinha se mexeram de um lado ao outro, mas não chegando a sair do cômodo. Charles respirou fundo assim que percebeu que aquele vento não voltaria novamente.
- Acho que passou. – Ele comentou, caminhando até alguns livros que estavam no chão e agachando-se para apanhá-los, mas não conseguiu. Ele ficou parado, lendo as páginas que os livros tinham caído. – “O Fim para a Humanidade, o reinado do Mestre”, “Demestor, o filho do submundo”, “Chegou o fim da Escolhida”, “O Chamado dos Vampiros – Eles vão se unir”... O que significa tudo isso?
Cemitério Santa Tereza – Segunda, 01:14
- Amélie, você não acredita? – Hidan falou, caminhando ao lado da sua namorada. Ambos estavam em uma parte mais isolada do cemitério, onde havia algumas árvores e poucos túmulos. Um olhar de reprovação foi a única resposta que o rapaz recebeu. – Porr* Amélie, não estou falando de religião!
- Então é sobre o que? A vinda do papa de chifres ao mundo?
- O chamado. Você pareceu nem se preocupar com isso.
- Você sabe que eu vou, mas não será preciso nós ficarmos seguindo um bando de idiotas por todo canto. Na hora nós estaremos presentes, não se preocupe. – A vampira respondeu, ambos ainda andando.
- Para quem não acredita você parece bastante interessada nisso. – Ela parou repentinamente, colocando a mão na frente do namorado para que ele fizesse o mesmo. Os dois ficaram calados durante um tempo e só então Hidan percebeu o que ocorrera, farejando o cheiro com o nariz. – Cheiro de sangue.
- E parece vim daqui perto. – A mulher começou a virar o rosto de um lado ao outro, a procura de algo. Os seus cabelos negros e lisos balançavam em perfeita harmonia com o vento.
- Vampiro? – Hidan indagou, varrendo o cemitério com os olhos.
- Não, um vampiro não desperdiçaria tanto sangue. Deve ser outra coisa.
- Hoje não é noite de lua cheia... – Hidan olhou para o céu para comprovar se estava certo e então sentiu a sua namorada puxando o seu braço.
- Vamos! – Ela disse, ambos começando a correr pelo cemitério em direção ao sangue. Alguns minutos depois, eles chegaram ao local onde o ritual aconteceu. Havia apenas uma mancha de sangue no chão, sendo que se arrastava até uma árvore perto dali. A estrela no gramado estava quase se apagando, mas ainda puderam vê-la.
- Parece que tentaram invocar algum ser poderoso aqui. – Hidan comentou, se agachando e pegando um pouco do sangue que estava no chão. Ele cheirou o líquido vermelho e fitou a namorada. – Tem cheiro diferente.
- Não importa, deve haver algum humano aqui e eu estou com fome. – Amélie comentou. Ela estava usando uma camisa preta com um decote em “V”, uma saia da mesma cor e um par de botar marrom escuro.
- A gente acabou de comer. Sabe, isso parece ter sido um ritual religioso. Não tem medo que o sangue dele te converta? – Hidan provocou, observando o olhar fuzilante da amada.
- Muito engraçado. Agora, silêncio. – Ela falou séria, escutando um barulho vindo de uma árvore dali de perto.
Amélie sorriu para Hidan e ele retribuiu. A caça iria começar. A moça correu em direção a árvore, onde tinha uma mancha de sangue que vinha do local do ritual. A vampira apareceu do lado esquerdo da árvore enquanto o seu namorado surgiu do lado direito, ambos fitando um casal que estava encostado na planta. A mulher, que estava usando uma saia preta, segurava um garoto ensangüentado. O estranho estava desmaiado enquanto a mulher, de aparentemente 19 anos, olhava para o casal de vampiros assustada.
- Que espécie de vampira é você? – Amélie perguntou, olhando o estado lamentável da criatura. Ela tinha os braços magros e frágeis que ainda tentavam proteger o humano desacordado.
- Put* merda, acho que ela tem problemas, Amélie. – Hidan comentou, ainda vendo aquela cena.
- O que vocês querem? – Alexya, a vampira que segurava Sasuke, indagou para eles.
- Só queremos esse nojento que está nos seus braços. Você por acaso está tentando mordê-lo ou o que? – Amélie não entendia o porquê de uma vampira segurar um humano daquele jeito.
- E-Eu... Estou tentando salvá-lo. Eu percebi que estava vindo alguém para cá e resolvi escondê-lo.
- Mas não conseguiu correr para muito longe porque está fraca! Não é capaz de nem carregar o rapaz nos braços, não é mesmo? – Hidan começou, analisando o estado da vampira desconhecida. – Eu já ouvi falar dessas pessoas, Amélie. São vampiros que tentam renegar os seus próprios instintos e não atacam humanos. Vivem apenas de doações de sangue. Irônico, não?
- Pobre criatura. Agora vai, se levanta e sai logo daí antes que a gente te mate. – Amélie ameaçou, puxando Sasuke pelo braço e deixando ao seu lado, no chão. O garoto ainda estava desacordado e se encontrava desmaiado ao lado da vampira que namorava Hidan.
- Vocês não vão fazer nada com ele! O garoto já sofreu demais, vocês não tem coração? – Alexya disse, levantando-se e fitando a outra mulher da noite.
- Temos, mas ele não bombardeia mais sangue. – Amélie respondeu, vendo a cara de nojo da vampira boazinha. Alexya fitou-a com os olhos e uma onda de raiva dominou o seu corpo. Como era possível existir pessoas tão ruins assim? Por que eles não deixavam o garoto em paz? Ela abriu a boca e um par de dentes pontudos surgiu, prestes a atacar a vampira que segurava Sasuke. – Coitada.
Antes que Alexya pudesse fazer algo contra Amélie, Hidan apareceu entre as duas como um vulto e levantou a perna direita, pronto para chutar o rosto da estranha vampira. Ela não teve chances de se defender, só sentiu o peso da perna de Hidan atingir o seu rosto, a fazendo embolar até uma árvore que estava próximo deles.
- Acho melhor você ficar longe da cética mais linda do mundo. – O vampiro falou, vendo a ferida se levantar com dificuldades e fitá-los.
- Vocês não podem...
- Podemos sim, querida. – Amélie falou, vendo a outra vampira cair no chão novamente. A sua pernas estavam fracas e o seu rosto ferido por causa do chute.
- Vampirazinha, você tem que entender que não poderá nos combater nesse seu estado lamentável. Você é fraca, aposto que deve tomar um litro de sangue por dia. Demorará muito tempo para você se acostumar com essa sua dieta e então ficar tão forte quanto nós. Enquanto isso não acontece, só poderá implorar para continuar viva. Acredite, não há lógica viver dessa sua forma. – Hidan avisou, olhando para o sorriso de Amélie que pareceu satisfeita com a resposta do namorado.
- Entenda, você tem que mudar ou morrerá. Bom, vamos deixá-la sozinha para conseguir se decidir. Até nunca mais! – A vampira que segurava Sasuke se despediu, virando-se com o namorado e andando para fora do cemitério.
- Até. – Hidan falou, saindo da vista de Alexya em poucos segundos. Agora, a vampira estava sozinha novamente. Era difícil viver nessa vida, onde poucos vampiros a entendem e a respeitam.
- Por quê? – Ela sussurrou, se encostando na árvore em que batera e colocando as suas pernas próximas ao rosto, abraçando-as com a mão. Lágrimas começaram a cair dos seus olhos. Ela era fraca, indefesa, não tinha como sobreviver nesse mundo. – Por que tudo isso está acontecendo? Eu só queria ajudar alguém, mais nada... Eu fui fraca...
Hidan e Amélie pareciam satisfeitos com a vitória. A mulher carregava o garoto desacordado sobre os ombros enquanto conversava com o amante.
- Você acha que ela vai conseguir viver muito tempo assim?
- Duvido muito. Mas se ela conseguir achar o caminho certo, se conseguir achar o Deus dentro de si, quem sabe... – O vampiro comentou, olhando para o garoto que estava sobre a sua namorada. – E quando nós vamos devorá-lo? Sabe, acho que ele já perdeu bastante sangue no ritual e deve nem ter mais gosto.
- Acho que você ainda não entendeu. – Amélie parou de andar e viu o seu amante fazer o mesmo. Assim que os dois estavam cara a cara, ela apontou para Sasuke. – Você não acha estranho esse menino ainda estar vivo mesmo depois de perder tanto sangue? E o cheiro do sangue dele? Parece ser diferente...
- Sim, mas e daí? Você acha que ele pode ser útil para nós?
- Lógico. Por isso, vamos transformá-lo em vampiro.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
- Itachi, você não está preocupado? – Os olhos castanhos da menina se encontraram com os do seu amado, que estava olhando-a por cima. Ambos sentados no sofá, ela com a cabeça encostada na perna do namorado enquanto ele alisava os seus cabelos com doçura.
- Não. – Itachi respondeu, voltando a olhar para a televisão onde passava um filme de romance.
- Mas, já faz bastante tempo que o Sasuke saiu e ele ainda não voltou!
- Sayuri, você não precisa se preocupar com a gente. Preocupe-se apenas com a sua segurança.
- Itachi, você pode achar o que quiser, mas eu não consigo imaginar o Sasuke sozinho a essa hora da noite! – A garota se levantou do colo do rapaz e ficou fitando os seus olhos.
- Qual o problema dele se divertir? – Itachi respondeu pacientemente, percebendo que a garota já estava ficando nevorsa.
- Não é isso. Ele não é daqueles que ficaria até uma hora dessas em uma balada.
- E nem é daqueles que fala toda a sua vida para a família. – O rapaz pegou Sayuri pelas mãos e a fez olhar em seus olhos. Os cabelos negros dela balançavam com uma sutil brisa que entrava pela janela. – Sayuri, você é a nossa menina. Não se preocupe com a gente. O que o Sasuke faz é da conta dele e não pense em sair por aí procurando-o, como eu sei que pretende fazer. A sua mutação não foi feita para isso.
- Então para que eu tenho isso? Pra eu ficar pulando do quarto para o banheiro quando eu estiver apertada? Eu só... – Ela parou de falar repentinamente, colocando a mão na cabeça.
- Você está bem, Sayuri?
- Eu estou, é só uma dor de cabeça...
Antes que ela pudesse terminar o seu cérebro começou a bombardear cenas do seu irmão mais novo. Era como se flashes de Sasuke estivesse passando pela sua mente a todo instante, tão rápidos que não dava tempo dela identificar cada cena. Todas as suas memórias, até mesma as já esquecidas da sua mente, estavam voltando à tona. Ela pressionou as mãos contra a cabeça, lutando para que aquela dor passasse.
- Sauyri! – Itachi se levantou, mas não foi capaz de fazer nada pela irmã adotiva. Uma explosão de cenas dele com Sasuke estava invadindo a sua mente. Ambos ficaram vendo essas cenas durante exatos 7 minutos, quando finalmente os seus cérebros voltaram a funcionar normal.
Eles permaneceram em silêncio, um olhando para o outro com rostos preocupados. Até mesmo Itachi, que nunca deixava uma expressão de emoção formar em seu rosto, parecia aflito. Uma gota de sangue caiu do nariz de Sayuri e ela pulou nos braços do namorado, que a abraçou com força.
- Itachi, tem algo acontecendo com o Sasuke!
- Eu sei, mas não podemos fazer nada. – Ele falava com seriedade, enquanto estava abraçada com Sayuri. – Nós não podemos interferir na vida do Sasuke só porque estamos preocupados.
- Mas Itachi...
- Não! Você não vai sair teleportando por aí atrás dele. Sabe o que eu acho dessa sua mania e não pense que irá me enganar. – Itachi se afastou dela e agora tinha uma voz mais firme. – Sayuri, você já deve está cansada. Vá dormir.
- Itachi, eu não sou mais uma criança. – A garota bufou, olhando para as escadas que levavam ao primeiro andar e imaginando a hora que iria subi-la. E seria em breve.
- Para mim você nunca deixará de ser a minha irmã mais nova.
- Itachi...
- Vá. Amanhã nós conversamos.
Sayuri fitou o rapaz com os olhos e subiu as escadas, revoltada. Ela abriu a porta do seu quarto e olhou para todos os sapos que ela tinha, cada um guardado em uma espécie de aquário diferente.
- DROGA! – Ela berrou. Itachi iria escutá-la na certa, mas não conseguia se conter. Como era ruim ser assim, subordinada. Queria ter arranjado forças para continuar a discussão, se lamentava por ter sido fraca. Ela pulou na cama e abraçou o travesseiro, lutando para não deixar algumas lágrimas cairem. – Isso não vai ficar assim.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
- Itachi, você não está preocupado? – Os olhos castanhos da menina se encontraram com os do seu amado, que estava olhando-a por cima. Ambos sentados no sofá, ela com a cabeça encostada em perna do namorado enquanto ele alisava os seus cabelos com doçura.
- Não. – Itachi respondeu, voltando a olhar para a televisão que passava um filme de romance.
- Mas, já faz bastante tempo que o Sasuke saiu e ele ainda não voltou!
- Sayuri, você não precisa se preocupar com a gente. Preocupe-se apenas com a sua segurança.
- Itachi, você pode achar o que quiser, mas eu não consigo imaginar o Sasuke sozinho a essa hora da noite! – A garota se levantou do colo do rapaz e ficou fitando os seus olhos.
- Qual o problema dele se divertir? – Itachi respondeu pacientemente, percebendo que a garota já estava ficando nevorsa.
- Não é isso. Ele não é daqueles que ficaria até uma hora dessas em uma balada.
- E nem é daqueles que fala toda a sua vida para a família. – O rapaz pegou Sayuri pelas mãos e a fez olhar em seus olhos. Os cabelos negros dela balançavam com a sutil brisa que entrava pela janela. – Sayuri, você é a nossa menina. Não se preocupe com a gente. O que o Sasuke faz é da conta dele e não pense em sair por aí procurando-o, como eu sei que pretende fazer. A sua mutação não foi feita para isso.
- Então para que eu tenho isso? Para ficar pulando do banheiro para o quarto quando eu estiver apertada? Eu só... – Ela parou de falar repentinamente, colocando a mão na cabeça.
- Você está bem, Sayuri?
- Eu estou, é só uma dor de cabeça...
Antes que ela pudesse terminar o seu cérebro começou a bombardear cenas do seu irmão mais novo. Era como se flashes de Sasuke estivesse passando pela sua mente a todo instante, tão rápidos que não dava tempo dela identificar cada cena. Todas as suas memórias, até mesma as já esquecidas da sua mente, estava voltando à tona. Ela pressionou as mãos contra a cabeça, lutando para que aquela dor passasse.
- Sauyri! – Itachi se levantou, mas não foi capaz de fazer nada pela amante. Uma explosão de cenas com Sasuke estava invadindo a sua mente. Ambos ficaram vendo essas cenas durante exatos 7 minutos, quando finalmente os seus cérebros voltaram a funcionar normal.
Eles permaneceram em silêncio, um olhando para o outro com rostos preocupados. Até mesmo Itachi, que nunca deixava uma expressão de emoção formar em seu rosto, parecia aflito. Uma gota de sangue caiu do nariz de Sayuri e ela pulou nos braços do namorado, que a abraçou com força.
- Itachi, tem algo acontecendo com o Sasuke!
- Eu sei, mas não podemos fazer nada. – Ele pegou com delicadeza o rosto da moça e as olhou nos olhos. – Nós não podemos interferir na vida do Sasuke só porque estamos preocupados.
- Mas Itachi...
- Não! Você não vai sair teleportando por aí atrás dele. Sabe o que eu acho dessa sua mania e não pense que irá me enganar. – Itachi se afastou dela e agora tinha uma voz mais firme. – Vá dormir, Sayuri!
- Itachi, eu não sou mais uma criança. – A garota bufou, olhando para as escadas que levavam ao primeiro andar e imaginando a hora que iria subi-la. E seria em breve.
- Para mim você nunca deixará de ser a minha irmã mais nova.
- Itachi...
- Vá. Amanhã nós conversamos.
Sayuri fitou o rapaz com os olhos e subiu as escadas, revoltada. Ela abriu a porta do seu quarto e para todos os sapos que ela tinha, cada um guardado em uma espécie de aquário diferente.
- DROGA! – Ela berrou. Itachi iria escutá-la na certa, mas não conseguia se conter. Como era ruim ser assim, subordinada. Queria ter arranjado forças para continuar a discursão, se lamentava por ter sido fraca. Ela olhou para o espelho e ficou algum tempo em silêncio. – Isso não vai ficar assim.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
- Ah, qual é? Vamos... Vem cá, gatinha... – Um rapaz falava enquanto dormia, se mexendo de um lado para o outro agoniadamente. Ele tinha cabelos castanhos escuros rastafári, com uma pele morena e músculos por todo o corpo. O jovem ficou alguns minutos girando no meio da cama de um lado ao outro e arranhando o colchão com as mãos, quando finalmente caiu.
- Mas que merda foi essa? – Kiro perguntou para si mesmo, após se levantar do pequeno tombo. Ele estava em um quarto que havia duas camas, uma ao lado da outra, e no chão algumas embalagens de salgadinhos e biscoitos. O adolescente olhou para os lados e percebeu que estava sozinho e foi nessa hora que ele se deparou com a sua cama. – Como...
Kiro olhou para as próprias mãos e viu que elas estavam maiores e peludas, assim como o seu braço e o seu peito. O colchão da cama estava totalmente rasgado, com pedaços de espuma saindo de seus rasgões.
- Por que isso aconteceria logo agora? Droga! – Ele resmungou, indo até o espelho do seu quarto e vendo que a transformação já tinha começado. Os seus olhos estavam ficando maiores e em uma coloração mais escura, os seus pés estavam crescendo a cada segundo, as unhas se modificando para garras. O rapaz correu até o banheiro e começou a esfregar os seus próprios braços com sabonete, na esperança de frear a sua transformação. – Só me faltava essa! Sai, sai, sai!
Aos poucos o seu braço começou a voltar ao normal assim como o restante de todo o seu corpo. O rapaz suspirou aliviado e andou até o quarto novamente. Olhou para o seu colchão todo retalhado e para a cama do seu irmão, novinha e intacta.
- Eu até perdi o sono depois dessa. – Ele se sentou na cama do irmão e ficou analisando o estado da sua cama. – Cadê o Kiba? Ah, ele sabe se virar sozinho. – Comentou para si mesmo, se deitando na cama do irmão e fechando os olhos.
Bronze – Segunda, 00:12
Bronze é uma das casas noturnas mais conhecida de Sunnydale. É lá que a maioria dos alunos do ensino médio vão nos fins de semana para se divertir com os amigos ou para dar uma paquerada. Possui um palco central onde algumas bandas se apresentam e várias mesas com cadeiras, algumas mesas de sinuca e um primeiro andar. No térreo havia alguns garotos conversando, rindo e se divertindo.
- Cara, olha só aquela gatinha! – Um deles comentou, apontando para uma garota de salto alto, uma calça preta colada no seu corpo e agachando-se para jogar sinuca.
- Aonde, aonde? – O outro perguntou, os seus olhos azuis estavam varrendo o lugar para encontrá-la.
- Ali, Hikuro! Você é cego? – Kiba, o garoto que comentara, apontou para a jovem que de que tanta falava.
- Agora sim eu estou vendo! Não é que ela é mesmo uma gatinha!? Se eu não tive amarrado eu pegava! – Hikuro respondeu, vendo os risos abafados dos seus outros amigos. – O que foi, pessoal?
- O-Olha pra trás! – Kiba respondeu entre risos, tampando os ouvidos.
- HIKURO JUNIOR! Como é que é a história? – Quando o garoto virou-se só sentiu uma tapa atingindo o seu rosto.
- Desculpa, Ino! Você sabe que eu só tenho olhos para você. Não foi nada disso que ta pensando. – Ele tentou se desculpar, levantando-se e escutando os desaforos da namorada. Enquanto isso, a garota que eles comentavam tinha acabado de fazer uma tacada, acertando a bola azul num buraco.
- Kini, parece que aqueles meninos estavam te tarando. – Uma adolescente falou, acompanhando com os olhos o movimento da sua amiga.
- Você sabe que eu não gosto de conversar enquanto eu estou jogando, Vic. – A moça respondeu com seriedade, mexendo o seu corpo para ficar na melhor posição de fazer a próxima tacada.
- Está bem, amiga. Não está mais aqui quem falou. – A garota respondeu. Ela tinha os cabelos loiros e uma pulseira onde tinha um pingente de lua crescente.
- Bom, acho que vou acertar aquela bola vermelha agora.
- Dúvido! – A loira comentou, percebendo o olhar de desafio de Kini.
- Você dúvida? – A loira balançou positivamente e viu a amiga posicionando o taco na bola branca, quando repentinamente ela quebrou a madeira do taco. – Ai, ai, ai, ai! – Kini gritava, colocando as mãos sobre os ouvidos e pressionando os olhos com força.
- Amiga, você está bem? – Victoria perguntou, se aproximando da colega de cabelos negros e lisos. Kini olhou para ela como quem perguntava se parecia estar bem, em seguida a moça respirou fundo e se afastou da mesa.
- Eu... Vou ficar bem. Só preciso de um pouco de ar. – Ela respondeu, saindo do Bronze quase que correndo.
- Ok... – Foi a única coisa que deu tempo de Victoria responder, antes de ver a amiga sair do local. A loira ficou algum tempo atordoado com a mudança de humor da amiga e então voltou a jogar sinuca. Ela não ia perder a noite por causa disso, certo?
Do lado de fora, Kini ainda pressionava as mãos contra o ouvido, torcendo para que eles não fossem estourados. Um grande ruído tinha dominado a cabeça da jovem, que tentava respirar com mais normalidade. Ela se encostou na parede e olhou para cima. Os seus olhos castanhos claros estavam embaçados por causa de algumas lágrimas que saiam.
[i]- Venha![/i] – A morena identificou aquela palavra diante do ruído ensurdecedor. [i]- Venha! Venham todos vocês![/i] – As palavras continuavam, agora com o ruído ficando mais baixo a cada instante. Kini olhou para os lados afim de ver se tinha mais alguém ali fora, quando entendeu que estava sozinha na frente do Bronze.
- Será que eu devo ir? – A garota se perguntou, não pensando duas vezes. Correu até o fim daquela rua e dobrou a esquina, seguindo os chamados que ficavam cada vez mais próximos. Ela correu até uma rua estreita, um tanto próxima do cemitério, e adentrou na mesma, chegando até outra rua. Quando a dobrou, entretanto, avistou quatros homens ajoelhados enquanto um quinto parecia gritar. Era dele que ela estava escutando o chamamento.
- Eu não iria aí se fosse você. – Um rapaz falou para a curiosa, que voltou até a esquina e ficou observando os desconhecidos de longe. – Eles são perigosos.
- E quem é você para me dizer o que fazer ou não? – Kini respondeu, fitando o rapaz branco com os olhos.
- Eu sei quem eles são, você não.
- Ah, é? E o que eles são então?
- Vampiros, agora saia daqui antes que ele nos veja.
- Eles são... – A jovem não acreditou. Ficou martelando aquela palavra na sua cabeça durante um tempo e novamente olhou para eles. Aqueles homens tinham uma pele excessivamente pálida e pareciam estar esperando por mais alguém.
- Vampiros! Eu já disse, e parecem que estão se reunindo! Pelo visto aquele ali em pé está chamando os outros vampiros, mas em um som tão alto que é impossível um de nós escutarmos, como você deve ter notado.
- Pera aí... Eu consigo escutá-lo! – Ela falou incrédula. Aquele garoto só podia estar de brincadeira com ela.
- Você não po... – O rapaz foi atrapalhado pela sua irmã, que vinha por aquela rua com um skate nos pés.
- Aew, mano! Achou alguma coisa? – Rebecca, a sua irmã, gritou para ele, após passar pelos dois e ver os vampiros reunidos. – E quem é a mina, aí?
- Becky, dá para falar mais baixo! Eles podem nos...
- Ouvir? – Um vampiro falou no seu ouvido, já atrás dele e prestes a mordê-lo. Kini olhou assustada para os dentes da criatura e percebeu que ele parecia estar falando a verdade. Ao virar-se para ver os outros vampiros, percebeu que não havia mais nenhum ali. Eles tinha ouvido Becky e já estavam longe, deixando apenas dois deles para acabar com os intrusos.
- É, maninha... Eles podem nos OUVIR! – Depois de gritar isso, uma bola azul se forma ao redor do garoto jogando o vampiro para longe e fazendo-o bater contra a parede. Kini se assustou mais permaneceu calada, apenas observando.
- Poxa, Drake, não precisava ser tão grosso assim. – A sua irmã alertou, se aproximando dele e ficando ao seu lado. – E você? Quem é?
- Eu sou Kini. – A morena respondeu ainda incrédula. – E vocês? São o que?
- Pelo visto essa aí nunca viu um bruxo antes. – Becky respondeu, vendo o outro vampiro correndo em sua direção. Ela pisou no skate que voou para a sua mão e o transformou em um skate de gelo, assim como o seu braço direito que o segurava, batendo com força na cabeça da criatura. – Esses são mais fracos do que a gente, mano.
- Acho que eles deixaram os mais fracos para trás. – Drake falou, fitando o vampiro que tentara o pegar pelas costas. – Isso é um adeus. – Após falar essas palavras ele levantou o seu braço esquerdo e fez uma grande lâmina se formar em baixo dele, do comprimento do seu membro. Em seguida, a lançou contra o vampiro, que perdeu a cabeça no mesmo instante. O seu corpo virou pós assim como a sua cabeça.
- Dalê o mestre do gelo! – Becky gritou eufórica, balançando os braços. – Agora deixa que eu cuido... Ué, cadê ele? – Ela soltou a pergunta, vendo que não havia mais nenhum vampiro do seu lado.
Kini estava observando tudo calada e pasma, sem saber se estava sonhando ou se deveria acreditar em tudo isso, quando sentiu uma mão gelada encostar o seu pescoço e puxar o seu corpo. Ela tombou para trás e percebeu que estava totalmente presa pelo segundo vampiro.
- Você parece deliciosa. – A criatura sussurrou no seu ouvido, lambendo o pescoço da garota. Quatro presas enormes apareceram em sua boca e começaram a se aproximar da pele dela. Sem pensar duas vezes Kini segurou o braço do vampiro e o jogou para frente , fazendo a criatura voar sobre ela e cair no chão.
- Como você fez isso? – Drake perguntou, vendo a sua irmã pular sobre o vampiro e cortar a sua cabeça com uma espada de gelo que criara com o seu próprio braço.
- Eu não sei. – Kini falou com sinceridade, ainda sem entender tudo que acontecia a sua volta.
- Mano, saca só a cicatriz no pescoço dela! – Becky exclamou, apontando para o pescoço da garota.
- Não pode ser... – Drake se aproximou da morena e analisou a cicatriz. – Quando você fez isso?
- Eu tenho isso desde que eu nasci.
- Você acha que... – O garoto perguntou para a irmã, que parecia empolgada com a idéia.
- SIM! Que ela é a escolhida!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Fic 2
- Tem certeza que isso vai dar certo? – Uma garota loira perguntou, virando-se para as duas outras pessoas que estava ao seu lado. A jovem se sentara em uma das pontas da estrela que os três haviam feito, com tinta preta, na grama do cemitério.
- Você não pode desistir agora, querida! – A mais velha do grupo respondeu, fitando a medrosa. – Vamos, não temos muito tempo para perder. Daqui a pouco dará meia-noite e o ritual começará.
- M-mas... Por que te que ser de meia-noite mesmo? – A loira insistiu, percebendo o olhar de reprovação da mulher de cabelos negros e perfeitamente lisos. As duas tinha como companhia um rapaz, que apenas observava tudo calado.
- Os sinos, Susan, é por causa do barulho do sinos. Nos vamos invocar o grande salvador, a criatura mais poderosa e leal que há. Ele tem que nos ouvir com clareza e o barulho dos sinos irá levar as minhas palavras até ele. – A morena deu uma pausa e então continuou. – Tudo pronto, Susan?
- Sim, Marian! Acho que podemos começar.
- E você, Sasuke? Está preparado? – A mais velha perguntou para o terceiro integrante do trio, que acenou com a cabeça friamente. Ela então estendeu as mãos para os seus companheiros e esperou que eles as segurassem.
- Depois disso nós ficaremos mais fortes. – O garoto comentou, apertando com força a mão da morena, que sorriu com satisfação. Em seguida, Susan fez o mesmo. Agora eles estavam prontos.
- Sim, Sasuke! Ficaremos mais fortes!
Após Marian falar essas palavras, a primeira badalada do sino soou. Imediatamente as sete velas que estavam ao redor do trio acenderam, mostrando as faces já modificada dos três. A mais velha possui os olhos totalmente negros, tão intensos quanto a noite que ali reinava. Sasuke tinha os olhos vermelhos enquanto Susan estava ficando com um tom alaranjado nos olhos. O cemitério ficou em silêncio durante o intervalo da primeira e a segunda badalada do sino, e então ritual começou.
- Grande Demestor, entrego a ti a minha confiança, meu corpo te pertence e nada poderá te impedir. Venha perante a terra mostrar a sua justiça, faça dos fracos aqui presentes os seus servos e dos poderosos o teu escravo. Peço que...
Enquanto Maria citava essas palavras, a estrela embaixo dele se acendeu, ficando com um brilho amarelo que logo se transformava em vermelho. O peito de Sasuke esta sendo cortado por uma espécie de faca invisível, deixando o seu sangue escorrer para as linhas no chão, as deixando dessa cor. Aos poucos, mas cortes poderiam ser vistos no corpo do garoto, que não expressava nenhuma dor ou sinal de arrependimento.
- Marian, temos que parar! – A loira gritou, sem conseguir largar a mão da sua colega e de Sasuke. Susan tentava lutar contra o ritual, mas era inútil. Uma vez começado irá até o fim. O sino continuava a balançar, nesse momento chegando a sua 8ª badalada. – Sasuke está morrendo! MARIAN, PARE!
- Marian? – A morena perguntou, mostrando os seus olhos totalmente negros. – Ela não está mais aqui!
Depois de falar essas palavras, a mulher continuou a citar as palavras do ritual. Com o tempo, Susan ficava ainda mais branca, como se a sua vida estivesse sendo sugada por uma força que surgia no centro da estrala, e quando o sino soou pela 11º vez, um grande portal se formou.
- DEMESTOR, ACORDE! – Assim que a mais velha gritou essas palavras, um par de mãos enormes saiu do portal, se apoiando no chão e finalmente trazendo o seu corpo à tona. A cabeça era achatada, com dois olhos que mais pareciam bolas de fogo. O seu corpo era musculoso, amarelo como a areia e com algumas linhas vermelhas, que tinha a mesma tonalidade dos seus olhos. – Seja bem vindo! – A criatura se ergueu sobre a estrela de 7 pontas, agora sem mais nenhum portal. O sino já parara de soar e ao lado do monstro havia um garoto desmaiado no chão, cujo peito e braço estava coberto de sangue. Do outro lado, apenas uma garota pálida e loira caída.
- É ela a escolhida?
- Não, Demestor! Em breve eu lhe mostrarei a pessoa que você tanto quer conhecer. – A morena respondeu, levantando-se com graciosidade.
- Então o que devo fazer com eles? – O monstro indagou. A sua voz era grossa, mas com um tom de curiosidade.
- Leve a loira. Ela nos será útil! Quanto ao garoto, deixe-o aí... Há vários seres famintos querendo devorá-lo. Agora vamos! – A mulher respondeu, virando-se para a saída do cemitério e caminhando até lá. Demestor a seguiu, após pegar a loira que se encontrava no chão.
- Estou indo, Hanna!
Os dois saíram do cemitério em poucos minutos, deixando apenas Sasuke jogado no chão com uma mancha de sangue ao seu redor. O cemitério ficou em silêncio durante longos minutos, até um par de botas aparecer perto do garoto. Eles ficaram parados durante um tempo quando finalmente começarem a se mexer, indo em direção ao jovem desmaiado. Um livro de desenhos caiu no chão, mostrando uma folha com metade de um anjo desenhado a lápis. O par de botas pretas parou diante do garoto e duas mãos brancas e delicadas tocaram a face de Sasuke. O desconhecido usava uma saia negra, que deixava a mostra duas coxas grossas, e um casaco cinza, escondendo os seios fartos da vampira que se aproximara. Entretanto, o que mais chamava a atenção era a munhequeira negra da jovem, com o nome “HELL” no centro dela.
Casa de Allice – Segunda, 23:57
Uma mulher alta e branca estava ajoelhada perto da janela do seu quarto, segurando um terço enquanto orava, quando escutou três batidas vindas da porta.
- Mana, posso entrar? – Era Allice, que abriu a porta com vagarosidade e sorriu para a irmã mais velha. A adolescente usava um pijama branco, com algumas borboletas negras nele. Os seus pés estavam descalços enquanto os seus olhos pequeninos e azuis pareciam assustados.
- Lógico. Mas por que você não está na cama?
- É que eu não estou conseguindo dormir... – A jovem respondeu, correndo para abraçar a irmã mais velha. July logo entendeu o que estava acontecendo e segurou com delicadeza o rosto pálido da menina, que se esforçava para não deixar algumas lágrimas saírem.
- Lline, você tem que entender que nós temos que continuar as nossas vidas. Olha, senta aqui. – A mulher falou, apontando para a cama dela e observando a irmã fazendo o que ela pedira. – A nossa prima saiu de casa já faz mais de uma semana e nós já fizemos tudo o que foi preciso para tentar encontrá-la. Por favor, você tem que dormir!
- Mas eu não vou conseguir descansar enquanto não ver a nossa prima aqui do nosso lado! Você sabe, desde que o papai e a mamãe se foram eu só tenho vocês duas... Eu não posso viver sem a Marian!
- Lline, eu vou te dizer uma coisa e quero que você preste bastante atenção. Todas nós, bruxas, temos uma predestinação para algum ramo da magia. Você, minha linda, é o ar. Pode controlar o vento que passa pelo nosso corpo e criá-lo sem dificuldades. Eu sou capaz de ver o interior da pessoa e conto com a fé para me auxiliar. A Marian, infelizmente nasceu com um dom horrível, o pior que poderia existir!
- As trevas... – Allice falou, com uma voz quase falha. E então virou-se para a irmã, com um olhar furioso. – Então é assim? Você quer me dizer que toda a nossa vida está decidida desde o dia em que nascemos? Que só porque ela tem esse poder não pode ser diferente? Então vamos abandoná-la? É ASSIM?
- Calma, Lline! Veja você... O seu dom, o Ar! Com ele você poderia sair roubando qualquer banco que quisesse, apenas abrindo a porta e fechaduras com a sua magia. Entretanto, você não faz isso! Você pôde escolher e decidiu seguir um bom rumo, o do amor. Mas a nossa prima, ela não quis continuar conosco. Preferiu desistir e ceder aos instintos! Nós não podemos fazer nada quanto a isso! Se ela quis assim, assim será!
- Mas...
- Psiu... Agora vamos descansar. Tome! – July entregou a sua irmã um dos terços que ela possuía e aguardou que a garota começasse a orar. – A única coisa que podemos fazer agora é orar para que tudo der certo com ela.
- Certo, mana. Por favor, Meu Pai, eu só quero que o Senhor ajude a nossa...
Casa de Catherine – Segunda, 00:03
Em um quarto humilde, uma senhora já de idade avançada estava deita em uma cama branca. Uma garota que aparentava ter 19 anos apreciava a sua avó descansando, imaginando o quanto era bom poder cuidar daquela senhora que tanto a ajudara nos momentos difíceis. A moça usava um rabo de cavalo e uma franja de lado, com uma camisa preta e uma calça jeans simples.
- Durma com os anjos, vovó. – Ela desejou, dando meia volta do lugar onde estava e saindo do quarto. A moça caminhou até a cozinha e ligou a torneira, onde iria lavar as suas mãos para então limpar o seu rosto. Entretanto, as suas mãos estavam diferentes, mais largas e maiores. Do corpo de Catherine pêlos começavam a ser formar, crescendo com certa rapidez. A moça correu para o banheiro e olhou-se no espelho. O seu rosto estava se desconfigurando, formando dentes caninos e um fucinho saliente. – Não, agora não! Por favor, agora não, agora não, agora não...
Ela falava essas palavras para si mesma, observando que a transformação desacelerava e ficando mais tranqüila. Ela virou-se para respirar um pouco mais aliviada e levou um susto.
- Bu! – Minato sussurrou, para não acabar acordando a avó da mulher.
- Oh, chamem a ambulância! Eu estou morrendo de susto! – Catherine falou secamente, andando para fora do cômodo.
- O que foi, Kathe? Não consegue dormir?
- Não é isso... É que você fica aparecendo assim de repente, fica chato, poxa! Imagina se a minha avó te pega qualquer dia desses.
- Aí a gente se sentaria e tomaríamos café juntos.
- AHAH! Só porque você é um vampiro não significa que possa ficar indo e vindo aqui nesse horário.
- Mas eu só dei uma passadinha para ver como você estava e... – Antes que ele terminasse de falar essas palavras, o loiro percebeu os braços peludos da amada. – Por que você não me disse antes? Isso pode ser sério, não é comum você virar um lobsomen sem ser noite de lua cheia!
- Isso, grite para acorda a vovó! – Ela fitou o namorado com os olhos, e continuou. – Eu sou uma aberração, Min! Como posso ter certeza que a minha transformação só vai acontecer nas noites de Lua Cheia? Você mais do que ninguém deveria saber disso!
- Por isso mesmo! Eu conheço bastante criaturas lobsomen e nenhuma se transforma em qualquer hora! Isso não é normal.
- Você sabe que eu não gosto de falar sobre isso! Vamos mudar de assunto?
- Kathe, eu só quero te ajudar. Estou preocupado contigo. Você sabe que eu seria capaz de fazer qualquer coisa para te vê-la sorrir.
- Não fala isso que eu fico sem graça. – Catherine respondeu, após chegar no seu quarto e se sentar na cama. O rapaz acompanhou a sua namorada, observando-a tirar o rabo de cavalo e ficar olhando-o com uma cara cansada. – Desculpa, Min, mas eu estou morrendo de sono. Vou dormir, ok?
- Ah... Sem nem antes me dar um beijinho? – Minato se aproximou dela, agachando-se para que os seus rostos ficassem mais próximos.
- Está bem! – A moça respondeu, segurando no pescoço do rapaz e dando um beijo leve em sua boca. Ele se afastou dela e olhou em seus olhos. Ela sorriu para ele com os olhos brilhando. – Sabe que eu te amo, né?
- Eu também! – Em seguida os dois começaram a se beijar com mais intensidade e ele acabou caindo na cama.
- Boa noite! – Ela sussurrou no ouvido dele, sentido os seus beijos no pescoço dela.
- Boa noite!
Fic
- Tem certeza que isso vai dar certo? – Uma garota loira perguntou, virando-se para as duas outras pessoas que estava ao seu lado. A jovem se sentara em uma das pontas da estrela que os três haviam feito, com tinta preta, na grama do cemitério.
- Você não pode desistir agora, querida! – A mais velha do grupo respondeu, fitando a medrosa. – Vamos, não temos muito tempo para perder. Daqui a pouco dará meia-noite e o ritual começará.
- M-mas... Por que te que ser de meia-noite mesmo? – A loira insistiu, percebendo o olhar de reprovação da mulher de cabelos negros e perfeitamente lisos. As duas tinha como companhia um rapaz, que apenas observava tudo calado.
- Os sinos, Susan, é por causa do barulho do sinos. Nos vamos invocar o grande salvador, a criatura mais poderosa e leal que há. Ele tem que nos ouvir com clareza e o barulho dos sinos irá levar as minhas palavras até ele. – A morena deu uma pausa e então continuou. – Tudo pronto, Susan?
- Sim, Marian! Acho que podemos começar.
- E você, Sasuke? Está preparado? – A mais velha perguntou para o terceiro integrante do trio, que acenou com a cabeça friamente. Ela então estendeu as mãos para os seus companheiros e esperou que eles as segurassem.
- Depois disso nós ficaremos mais fortes. – O garoto comentou, apertando com força a mão da morena, que sorriu com satisfação. Em seguida, Susan fez o mesmo. Agora eles estavam prontos.
- Sim, Sasuke! Ficaremos mais fortes!
Após Marian falar essas palavras, a primeira badalada do sino soou. Imediatamente as sete velas que estavam ao redor do trio acenderam, mostrando as faces já modificada dos três. A mais velha possui os olhos totalmente negros, tão intensos quanto a noite que ali reinava. Sasuke tinha os olhos vermelhos enquanto Susan estava ficando com um tom alaranjado nos olhos. O cemitério ficou em silêncio durante o intervalo da primeira e a segunda badalada do sino, e então ritual começou.
- Grande Demestor, entrego a ti a minha confiança, meu corpo te pertence e nada poderá te impedir. Venha perante a terra mostrar a sua justiça, faça dos fracos aqui presentes os seus servos e dos poderosos o teu escravo. Peço que...
Enquanto Maria citava essas palavras, a estrela embaixo dele se acendeu, ficando com um brilho amarelo que logo se transformava em vermelho. O peito de Sasuke esta sendo cortado por uma espécie de faca invisível, deixando o seu sangue escorrer para as linhas no chão, as deixando dessa cor. Aos poucos, mas cortes poderiam ser vistos no corpo do garoto, que não expressava nenhuma dor ou sinal de arrependimento.
- Marian, temos que parar! – A loira gritou, sem conseguir largar a mão da sua colega e de Sasuke. Susan tentava lutar contra o ritual, mas era inútil. Uma vez começado irá até o fim. O sino continuava a balançar, nesse momento chegando a sua 8ª badalada. – Sasuke está morrendo! MARIAN, PARE!
- Marian? – A morena perguntou, mostrando os seus olhos totalmente negros. – Ela não está mais aqui!
Depois de falar essas palavras, a mulher continuou a citar as palavras do ritual. Com o tempo, Susan ficava ainda mais branca, como se a sua vida estivesse sendo sugada por uma força que surgia no centro da estrala, e quando o sino soou pela 11º vez, um grande portal se formou.
- DEMESTOR, ACORDE! – Assim que a mais velha gritou essas palavras, um par de mãos enormes saiu do portal, se apoiando no chão e finalmente trazendo o seu corpo à tona. A cabeça era achatada, com dois olhos que mais pareciam bolas de fogo. O seu corpo era musculoso, amarelo como a areia e com algumas linhas vermelhas, que tinha a mesma tonalidade dos seus olhos. – Seja bem vindo! – A criatura se ergueu sobre a estrela de 7 pontas, agora sem mais nenhum portal. O sino já parara de soar e ao lado do monstro havia um garoto desmaiado no chão, cujo peito e braço estava coberto de sangue. Do outro lado, apenas uma garota pálida e loira caída.
- É ela a escolhida?
- Não, Demestor! Em breve eu lhe mostrarei a pessoa que você tanto quer conhecer. – A morena respondeu, levantando-se com graciosidade.
- Então o que devo fazer com eles? – O monstro indagou. A sua voz era grossa, mas com um tom de curiosidade.
- Leve a loira. Ela nos será útil! Quanto ao garoto, deixe-o aí... Há vários seres famintos querendo devorá-lo. Agora vamos! – A mulher respondeu, virando-se para a saída do cemitério e caminhando até lá. Demestor a seguiu, após pegar a loira que se encontrava no chão.
- Estou indo, Hanna!
Os dois saíram do cemitério em poucos minutos, deixando apenas Sasuke jogado no chão com uma mancha de sangue ao seu redor. O cemitério ficou em silêncio durante longos minutos, até um par de botas aparecer perto do garoto. Eles ficaram parados durante um tempo quando finalmente começarem a se mexer, indo em direção ao jovem desmaiado. Um livro de desenhos caiu no chão, mostrando uma folha com metade de um anjo desenhado a lápis. O par de botas pretas parou diante do garoto e duas mãos brancas e delicadas tocaram a face de Sasuke. O desconhecido usava uma saia negra, que deixava a mostra duas coxas grossas, e um casaco cinza, escondendo os seios fartos da vampira que se aproximara. Entretanto, o que mais chamava a atenção era a munhequeira negra da jovem, com o nome “HELL” no centro dela.
Casa de Allice – Segunda, 23:57
Uma mulher alta e branca estava ajoelhada perto da janela do seu quarto, segurando um terço enquanto orava, quando escutou três batidas vindas da porta.
- Mana, posso entrar? – Era Allice, que abriu a porta com vagarosidade e sorriu para a irmã mais velha. A adolescente usava um pijama branco, com algumas borboletas negras nele. Os seus pés estavam descalços enquanto os seus olhos pequeninos e azuis pareciam assustados.
- Lógico. Mas por que você não está na cama?
- É que eu não estou conseguindo dormir... – A jovem respondeu, correndo para abraçar a irmã mais velha. July logo entendeu o que estava acontecendo e segurou com delicadeza o rosto da menina pálido da menina, que se esforçava para não deixar algumas lágrimas saírem.
- Lline, você tem que entender que nós temos que continuar as nossas vidas. Olha, senta aqui. – A mulher falou, apontando para a cama dela e observando a irmã fazendo o que ela pedira. – A nossa prima saiu de casa já faz mais de uma semana e nós já fizemos tudo o que foi preciso para tentar encontrá-la. Por favor, você tem que dormir!
- Mas eu não vou conseguir descansar enquanto não ver a nossa prima aqui do nosso lado! Você sabe, desde que o papai e a mamãe se foram eu só tenho vocês duas... Eu não posso viver sem a Marian.
- Lline, eu vou te dizer uma coisa e quero que você preste bastante atenção. Nós, bruxas, todas temos uma predestinação para algum ramo da magia. Você, minha linda, é o ar. Pode controlar o vento que passa pelo nosso corpo e criá-lo sem dificuldades. Eu sou capaz de ver o interior da pessoa e conto com a fé para me auxiliar. A Marian, infelizmente nasceu com um dom horrível, o pior que poderia existir!
- As trevas... – Allice falou, com uma voz quase falha. E então virou-se para a irmã, com um olhar furioso. – Então é assim? Você quer me dizer que toda a nossa vida está decidida desde o dia em que nascemos? Que só porque ela tem esse poder não pode ser diferente? Então vamos abandoná-la? É ASSIM?
- Calma, Lline! Veja você... O seu dom, o Ar, com ele você poderia sair roubando qualquer banco que quisesse, apenas abrindo a porta e fechaduras com a sua magia. Entretanto, você não faz isso! Você pôde escolher e decidiu seguir um bom rumo, o do amor. Mas a nossa prima, ela não quis continuar conosco. Preferou desistir e ceder aos instintos! Nós não podemos fazer nada quanto a isso! Se ela quis assim, assim será!
- Mas...
- Psiu... Agora vamos descansar. Tome! – July entregou a sua irmã um dos terços que ela possuía e aguardou que a garota começasse a orar. – A única coisa que podemos fazer agora é orar para que tudo der certo com ela.
- Certo, mana. Por favor, Meu Pai, eu só quero que o Senhor ajude a nossa...
Casa de Catherine – Segunda, 00:03
Em um quarto humilde, uma senhora já de idade avançada estava deita em uma cama branca. Uma garota que aparentava ter 19 anos apreciava a sua avó descansando, imaginando o quanto era bom poder cuidar daquela senhora que tanto a ajudara nos momentos difíceis. A moça usava um rabo de cavalo e uma franja de lado, com uma camisa preta e uma calça jeans simples.
- Durma com os anjos, vovó. – Ela desejou, dando meia volta do lugar onde estava e saindo do quarto. A moça caminhou até a cozinha e ligou a torneira, onde iria lavar as suas mãos para então limpar o seu rosto. Entretanto, as suas mãos estavam diferentes. Mais largas e maiores, do corpo de Catherine pêlos começavam a ser formar, crescendo com certa rapidez. A moça correu para o banheiro e olhou-se no espelho. O seu rosto estava se desconfigurando, formando dentes caninos e um fucinho saliente. – Não, agora não! Por favor, agora não, agora não, agora não...
Ela falava essas palavras para si mesma, observando que a transformação desacelerava e ficando mais tranqüila. Ela virou-se para respirar um pouco mais aliviada e levou um susto.
- Bu! – Minato sussurrou, para não acabar acordando a avó da mulher.
- Oh, chamem a ambulância! Eu estou morrendo de susto! – Catherine falou secamente, andando para fora do cômodo.
- O que foi, Kathe? Não consegue dormir?
- Não é isso... É que você fica aparecendo assim de repente, fica chato, poxa! Imagina se a minha avó te pega qualquer dia desses.
- Aí a gente se sentaria e tomaríamos café juntos.
- AHAH! Só porque você é um vampiro não significa que possa ficar indo e vindo aqui nesse horário.
- Mas eu só dei uma passadinha para ver como você estava e... – Antes que ele terminasse de falar essas palavras, o loiro percebeu os braços peludos da amada. – Por que você não me disse antes? Isso pode ser sério, não é comum você virar um lobsomen sem ser noite de lua cheia!
- Isso, grite para acorda a vovó! – Ela fitou o namorado com os olhos, e continuou. – Ah, eu sou uma aberração, Min! Como posso ter certeza que a minha transformação só vai acontecer nas noites de Lua Cheia? Você mais do que ninguém deveria saber disso!
- Por isso mesmo! Eu conheço bastante criaturas lobsomen e nenhuma se transforma em qualquer hora! Isso não é normal.
- Você sabe que eu não gosto de falar sobre isso! Vamos mudar de assunto?
- Kathe, eu só quero te ajudar. Estou preocupado contigo.
- Não fala isso que eu fico sem graça. – Catherine respondeu, após chegar no seu quarto e se sentar na cama. – Desculpa, Min, mas eu estou morrendo de sono. Vou dormir, ok?
- Ah... Sem nem antes me dar um beijinho?
- Está bem! – A moça respondeu, segurando no pescoço do rapaz e dando um beijo leve em sua boca. Ele se afastou dela e olhou em seus olhos. – Sabe que eu te amo, né?
- Eu também! – Depois da declaração os dois começaram a se beijar com mais intensidade e ele acabou caindo na cama.
- Boa noite! – Ela sussurrou no ouvido dele, sentido os seus beijos no pescoço dela.
- Boa noite!
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Uma garota morena corria naquela rua pouco movimentada. O seu coração estava acelerado enquanto escutava os passos apressados de seu perseguidor. Ela estava em pânico.
[b][i]Não podemos lutar contra algo que é mais forte que nós. Podemos achar que somos supeiores a outros animais, mas no fim a regra é a mesma: Os mais fortes sobrevivem enquanto os mais fracos, os menos adaptados, morrem.[/b][/i]
A morena continuou a correr, percebendo que as outras pessoas se afastavam dela com certo receio. Ela sorriu ironicamente. Como era fácil ser esquecida, ficar invísivel para os estranhos. Por fim, ela acabou entrando em um beco escuro, sendo seguida pelo assaltante.
[b][i]Se vamos morrer, que estejamos preparado para isso. Entretanto, há milhares de pessoas que não conhecem a verdadeira face da vida. Elas merecem morrer em vão? Elas merecem sofrer por causa dos insanos?[/b][/i]
- Era aqui mesmo que eu queria! - O homem falou, puxando uma arma da sua calça e apontando para a garota, que se espremia contra a parede fria do beco. Não havia mais ninguém naquele lugar, não naquele beco estreito.
[b][i]Precisamos de alguém que possa proteger os mais fracos, os indefesos.[/b][/i]
- Alguém já disse que você é linda? - O homem falou, se aproximando ainda mais da morena até encostar no seu braço, a precionando contra a parede com certa ignorância.
[b][i]Em um mundo como esse, a única coisa que podemos fazer é torcer para que os indefesos consegam se safar.[/b][/i]
- E alguém já te disse que você é delicioso? - A morena respondeu, mostrando os seus dentes afiadíssimos e mordendo o pescoço do homem, que começou a se debater no mesmo estante. Mas não tinha como ele sobreviver. Os mais fracos perdem e os mais evoluidos ganham, essa é a ordem natural.
[b][i]Não se deve confiar em ninguém nem mesmo nos seus instintos.[/b][/i]
- Hey, ninguém avisou que é falta de educação brincar com a comida? - Uma loira surgiu no beco, girando uma estaca de madeira entre os seus dedos. A morena assustada olhou para ela.
[b][i]Por isso, de tempos em tempos, surge A Escolhida, uma mulher que é tão forte quanto um vampiro, que é mais ágel que um leopardo e mais linda que uma rosa.[/b][/i]
Num piscar de olhos A Escolhida já estava a 1 centímetro da vampira, que arregalou os olhos e sentiu aquele objeto pontiagudo perfurar o seu peito. Logo, uma explosão de fumaça foi o que restou do corpo da vampira.
[b][i]Ela vive entre nós, seres humanos, como uma pessoa normal. Entretanto, ela é a nossa heroína, nossa salvadora e equilibradora das forças entre o bem e o mau.[/b][/i]
- Acho que já terminei aqui. - A Escolhida fala, caminhando até o fim do beco, mas foi nesse momento que ela escutou algo vindo de trás dela.
[b][i]Mas o que acontece...[/b][/i]
Um vampiro enfurecido corre em sua direção, mostrando as suas presas e a atacando sem dó.
[b][i]Quando a única esperança...[/b][/i]
- Adeus... - Foi a última palavra da Escolhida.
[b][i]MORRE?
Precisa-se de uma nova Escolhida, de uma nova pessoa que possa combater as forças do mau e então equilibrar o mundo onde vivemos. Junto dela um grupo de aliados, que possam ajudar nessa aventura. Seria você a próxima Escolhida?
Nome: kolin
Sobrenome: Macstayn
Idade: 18 anos
Vaga: Mordomo
Personalidade: Kolin é um garoto interessado, que fica atento a tudo o que acontece no local onde ele trabalha. Sendo o seu pai um mordomo, Kolin acabou herdando esse trabalho do mesmo, se acostumando com o tempo a vida de serviçal. Nunca gostou muito do seu trabalho, mas com o passar dos anos acabou se adaptando, sendo um dos funcionários mais exemplares do local. Faz tudo para que o nome da sua família não fique sujo, odiando qualquer tipo de injustiça que possa ocorrer com algum necessitado ou algum conhecido. Seu maior sonho sempre foi se tornar um cavaleiro, mas sabe que isso é tecnicamente impossível de se acontecer. Fala com todos ao seu redor e é simpático, apenas fica calado quando está trabalhando ou perto de seus patrões, respeitando-os mais do que tudo na sua vida. Uma vez ou outra o rapaz se mostra sorrindo, apesar de tudo ele é feliz.
Aparência: Kolin tem o cabelo negro, um tanto curto e liso, que cai na sua cabeça. Os olhos são de um castanho claro, charmoso, que entra em harmonia com a cor do rosto, levemente bronzeada. O nariz é pontiagudo, um pouco alongado, os lábios são finos como uma linha de costureira. Ele é alto, mas tem um corpo magro, trajando quase sempre as roupas de mordomos que serve de uniforme para o seu trabalho. Com um sorriso no rosto, o rapaz costuma tratar bem as pessoas. As orelhas são pequenas, assim como os seus olhos.
http://ernnchan.files.wordpress.com/2008/10/kuroshitsuji-cover1.jpg
Gosta: De conversar com as pessoas, saber o que está acontecendo na casa. Contente, o rapaz faz amizade muito facilmente com as pessoas que o envolvem. É elegante e gosta de se arrumar bem.
Desgosta: De chocolate e demais goloseimas. Kolin odeia doce e prefere manter o seu corpo magro como sempre foi. Outra coisa que não gosta é pessoas sem modos, que acabam o constrangendo todas as vezes que serve para algum desconhecido mau educado.
Par: Sakura
Hoshi: Caelum. É um pequeno dispositivo que Kolin geralmente guarda em seu bolso direito e quando acionado forma um grande bastão negro, de 2 metros de comprimento, que utiliza para se defender quando necessário.
Algo a acrescentar?: Acho que não.
Posso mudar algo? Aviso antes: Pode mudar o que quiser =D
sábado, 13 de fevereiro de 2010
[b]✦ Idade: [/b]18
[b]✦ Aparência:[/b] Luc possui o corpo alto e forte, olhos castanhos escuros, quase negros. O seu cabelo é longo, chegando a encostar na nuca do rapaz, liso e sempre peteado para trás. A sua pele é de uma cor branca, pálida como a lua. O seu corpo é musculoso, representando os vários anos que o rapaz passou se preparando.
[b]✦ Roupas:[/b] Prefere usar roupas de um tom mais preto, algo simples e que não chame muita atenção. Calças largas e compridas, negras como o seu par de botas que cosumta acompanhá-lo no seu dia-a-dia. Em volta do pescoço há um colar verde que ele leva consigo para todo o lugar onde vai. É o seu porto-seguro.
[b]✦ Classificação:[/b] Gunner.
[b]✦ Personalidade:[/b] Como característica principal Luc não costuma se comunicar muito. Prefere ficar calado, no seu canto, apensar analisando as pessoas que estão a sua volta. Uma das coisas que gosta de fazer é de tentar descobrir quem é quem debaixo da máscara que se cria no dia-a-dia. Quieto, prefere ficar calado quando ouve algo que não queria. Possui uma paciência desumana, podendo ficar parado em seu canto durante horas sem se queixar nem um pouco. Fala apenas quando assim se ver necesário, e coisas breves. Odeia aqueles que tentam aparecer demais, mas não demonstra a sua opnião. Raramente ele irá confiar em alguma pessoa, a ouve calada e então cria suas próprias conclusões sobre a pessoa. Caso perceba que não é uma boa companhia, simplesmente se afasta, ou mesmo avisa caso for necessário. É completamente racional, esquecendo-se muitas vezes das suas próprias emoções e indo apenas pela sua lógica e raciocínio.
[b]✦ Preferências / Gostos:[/b] A única coisa que ele se diverte é quando pode usar uma das suas armas. É nesse momento que um leve sorriso pode ser notado em seu rosto. É bom atirar, é excitante.
[b]✦ Odeia :[/b] Pessoas que falam demais. Não costuma se queixar, mas por dentro sente raiva. Apesar disso, ele não machuca alguém que ele julgar ser uma pessoa do bem. É justo, se perceber que alguém está tentando passar a perna, não pensa duas vezes antes de tomar uma decisão.
[b]✦ Almeja:[/b] Poder ficar só, em um mundo onde todos são mudos e o som dos tiros podem ser escutados a cada segundo. Como sabe que isso é impossível, apenas deseja ter uma vida tranquila e se divertir com a arte de atirar.
[b]✦ Defeitos:[/b] Se alguém pegar o seu colar acredite, ele não ficará de bom humor nem tão cedo. O objeto foi dado pela sua mãe quando ele ainda era novo e o guarda com um carinho que nunca teve por nada, nem por ninguém. Muitas vezes ignora a pessoa ao lado e age pela cabeça, o que o faz uma pessoa extremamente fria.
[b]✦ Qualidades:[/b] Não gosta de ver outras pessoas sofrendo, a não ser que ela mereça ou faça alguma coisa que não deve. Se isso acontecer, ele não ligará com a dor alheia. Entretanto, se julgar que alguém é inocente e ver essa pessoa indo para um caminho errado ou sendo ferida por alguém, ele estará lá para ajudá-la, não importa quais serão as consequências que isso poderá trazer.
[b]✦ Gosto Musical:[/b] Música Clássica
[b]✦ Musica Tema:[/b] Creed - My Own Prison
[b]✦ Algo a mais? :[/b] Não.


